E a sua grande cultura.
Porquê Azambuja?
Azambuja, tem um enorme património cultural, que me fascina bastante pelos seus antepassados, vila do Ribatejo banhada pela historia do rio Tejo,
Que tanta cultura trouxe ao nosso concelho. “O Palácio da Rainha” como eu o baptizei, que fica situado num dos muitos braços do rio Tejo, sítio de paz e muita inspiração que em tempos aposentos de alguns reis. Neste momento com muita pena minha só restam as ruínas. Aquele sítio merecia muito mais mesmo assim a sua beleza é grandiosa. Neste concelho a muitos monumentos que estão em ruínas e alguns deles marcos da nossa historia, todos eles mereciam a recuperação, também entendo os custos incalculáveis que isso traria mas porque não tentar, e poder mostrar as nossas gerações seguintes toda a riqueza cultural do nosso concelho.
O património arquitectónico da freguesia é de valor incalculável. De destacar a igreja matriz de Azambuja, cuja edificação remonta aos séculos XVI e XVII, salientando-se o portal lateral, de recorte renascentista, os azulejos e o altar em talha dourada. Não menos importante é a igreja da Misericórdia, datada de igual período e ostentando o brasão da rainha D. Leonor na fachada principal. Outra estrutura, representativa do estilo neo-clássico em Azambuja, é o palácio das Obras Novas, situado na foz da Vala de Azambuja, cujos trabalhos de drenagem e abertura foram iniciados por ordem de D. João V e terminados em meados do século XIX. O Palácio foi erigido, provavelmente, durante o reinado de D. José I com a finalidade de servir de posto de controlo do tráfego de pessoas e mercadorias através do canal artificial, acabando por funcionar também como estalagem de apoio aos passageiros da carreira de vapores entre Lisboa e Constância. Hoje em dia, do palácio apenas restam as paredes exteriores, mas a sua envergadura e o encanto natural da área circundante ajudam a compreender os motivos que levaram diversas figuras da nobreza e da família real, entre elas o rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, a passarem ali alguns dos seus períodos de descanso.
"Uma imagem vale mais que mil palavras"

Museu Munucipal
Sebastião Mateus Arenque
O Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque abriu as portas ao público, pespectivado e estruturado numa função social que elegeu como missão - trabalhar a identidade e a memória do território em que se insere.
Alicerces da identidade local são a herança patrimonial histórica e a memória colectiva. É um campo que abarca todas aquelas práticas, representações, expressões, conhecimentos, saberes e «saber-fazer» tradicional, servindo-se de todo um conjunto de instrumentos, objectos, artefactos e documentos de significativo valor para a comunidade e por ela reconhecidos como parte integrante do seu património cultural.
Historial do Museu Sebastião Mateus Arenque
Inaugurado a 16 de Outubro de 2004, O Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque, localizado na Centro Cultural Páteo Valverde, tem como função primordial salvaguardar, preservar, investigar e divulgar o património concelhio, nas suas diversas vertentes, junto do grande público.
O Museu Municipal nasceu da vontade da autarquia em preservar o legado de dois grandes azambujenses que muito contribuíram para a salvaguarda e preservação do nosso património concelhio: Sebastião Mateus Arenque, cuja colecção no âmbito da etnografia integra a maior parte da exposição permanente e, António Martins Pontes, cujo espólio documental permitiu constituir o Núcleo Documental da exposição permanente que aborda os quotidianos sociais e culturais dos últimos cem anos no Concelho de Azambuja.
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