quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Museu tradicional VS Museu virtual

Museu virtual

Um museu sem fronteiras


Os museus virtuais são uma mais valia para todos nós, poder ter acesso a um museu e ao seu conteúdo veio trazer a cultura e a arte para junto de nós.
Com o desenvolvimento das novas tecnologias tudo se tornou bastante mais acessível, a todos os níveis principalmente à parte monetária. Quando frequentei o básico, uma ida ao museu era logo associada a uma “seca” devido aos avisos que eram feitos, todos e mais alguns. Neste momento isso já não acontece, podemos visitar um museu a partir da nossa casa, a ouvir a música que gostamos com o volume ao nosso gosto.
O museu virtual é um verdadeiro laboratório que nós próprios podemos experimentar e ter uma visão bastante diferente do museu tradicional.

Monalisa

Novas formas de lazer e qualidade de vida

Uma enorme mudança...

Na minha opinião com o aparecimento das mais variáveis tecnologias as formas de lazer e qualidade de vida, sofreram uma modificação enorme. Há bem pouco tempo atrás ainda me lembro que no final das aulas juntávamos um grupo e íamos todos dar uns toques na bola, hoje em dia é bastante diferente todos os miúdos saem das aulas e vão a correr para casa para poder dar uns toques na bola mas de uma forma diferente, no computador ou na playstation. As novas tecnologias vieram desencadear a obesidade infantil. Os jovens ficam horas e horas em frente do monitor ou então do televisor sem praticar qualquer desporto, nem sabem o mal que estão a provocar a eles próprios.
Mas essa parte cabe aos seus pais tirá-los da sua rotina diária e não fazer o contrario. No fim de semana vamos dar uma volta ao centro comercial e vamos ao fast food fazer uma refeição, até eu cometo esse pecado. Mas todos nos sabemos que não é o melhor.
Pratique desporto com os seus filhos e tente que eles tenham uma alimentação cuidada.
A saúde é tudo para nós…

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Roteiro Cultural

Azambuja
E a sua grande cultura.

Porquê Azambuja?

Azambuja, tem um enorme património cultural, que me fascina bastante pelos seus antepassados, vila do Ribatejo banhada pela historia do rio Tejo,
Que tanta cultura trouxe ao nosso concelho. “O Palácio da Rainha” como eu o baptizei, que fica situado num dos muitos braços do rio Tejo, sítio de paz e muita inspiração que em tempos aposentos de alguns reis. Neste momento com muita pena minha só restam as ruínas. Aquele sítio merecia muito mais mesmo assim a sua beleza é grandiosa. Neste concelho a muitos monumentos que estão em ruínas e alguns deles marcos da nossa historia, todos eles mereciam a recuperação, também entendo os custos incalculáveis que isso traria mas porque não tentar, e poder mostrar as nossas gerações seguintes toda a riqueza cultural do nosso concelho.



O património arquitectónico da freguesia é de valor incalculável. De destacar a igreja matriz de Azambuja, cuja edificação remonta aos séculos XVI e XVII, salientando-se o portal lateral, de recorte renascentista, os azulejos e o altar em talha dourada. Não menos importante é a igreja da Misericórdia, datada de igual período e ostentando o brasão da rainha D. Leonor na fachada principal. Outra estrutura, representativa do estilo neo-clássico em Azambuja, é o palácio das Obras Novas, situado na foz da Vala de Azambuja, cujos trabalhos de drenagem e abertura foram iniciados por ordem de D. João V e terminados em meados do século XIX. O Palácio foi erigido, provavelmente, durante o reinado de D. José I com a finalidade de servir de posto de controlo do tráfego de pessoas e mercadorias através do canal artificial, acabando por funcionar também como estalagem de apoio aos passageiros da carreira de vapores entre Lisboa e Constância. Hoje em dia, do palácio apenas restam as paredes exteriores, mas a sua envergadura e o encanto natural da área circundante ajudam a compreender os motivos que levaram diversas figuras da nobreza e da família real, entre elas o rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, a passarem ali alguns dos seus períodos de descanso.

"Uma imagem vale mais que mil palavras"




Museu Munucipal
Sebastião Mateus Arenque


O Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque abriu as portas ao público, pespectivado e estruturado numa função social que elegeu como missão - trabalhar a identidade e a memória do território em que se insere.
Alicerces da identidade local são a herança patrimonial histórica e a memória colectiva. É um campo que abarca todas aquelas práticas, representações, expressões, conhecimentos, saberes e «saber-fazer» tradicional, servindo-se de todo um conjunto de instrumentos, objectos, artefactos e documentos de significativo valor para a comunidade e por ela reconhecidos como parte integrante do seu património cultural.

Historial do Museu Sebastião Mateus Arenque

Inaugurado a 16 de Outubro de 2004, O Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque, localizado na Centro Cultural Páteo Valverde, tem como função primordial salvaguardar, preservar, investigar e divulgar o património concelhio, nas suas diversas vertentes, junto do grande público.
O Museu Municipal nasceu da vontade da autarquia em preservar o legado de dois grandes azambujenses que muito contribuíram para a salvaguarda e preservação do nosso património concelhio: Sebastião Mateus Arenque, cuja colecção no âmbito da etnografia integra a maior parte da exposição permanente e, António Martins Pontes, cujo espólio documental permitiu constituir o Núcleo Documental da exposição permanente que aborda os quotidianos sociais e culturais dos últimos cem anos no Concelho de Azambuja.